Filhos, netos e sobrinhos de repressores da ditadura argentina romperam o silêncio familiar para assumir publicamente o horror do que seus parentes fizeram. O grupo Histórias Desobedientes nasceu em 2017 e hoje reúne mais de 150 integrantes em diversos países, do Chile ao Paraguai, todos unidos pela recusa à negação e pela defesa da memória, da verdade e da justiça. Quando a herança é marcada pela violência, o que significa escolher a desobediência? 🔗 A superação da ditadura na América do Sul https://www.goethe.de/prj/hum/pt/gle/24509926.html #DireitosHumanos #EquidadeHumboldt #Equidade
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Mesmo sem ter pisado na América Latina, Thomas Mann deixou marcas profundas em escritores do continente. Carlos Fuentes, Julieta Campos, Blas Matamoro e Juan García Ponce encontraram em sua obra não apenas um modelo de excelência literária, mas um interlocutor para pensar as tensões entre arte e moral, tradição europeia e contextos locais. De encontros fugazes a homenagens literárias, a presença de Mann se reflete em temas como decadência, memória, poder e culpa — transpostos, por exemplo, à história mexicana em “A morte de Artemio Cruz”, de Fuentes, que dialoga com “A montanha mágica” e “A morte em Veneza” em seu uso do tempo fragmentado e de personagens ambíguos. Ler Mann a partir do Sul é reconhecer a herança e, ao mesmo tempo, questioná-la. É transformar o legado europeu em ferramenta crítica para narrar crises, mudanças e identidades. Que ecos permanecem quando olhamos para a literatura como ponte — e também como fronteira? 🔗 “O eco de Thomas Mann na América Latina” Link na bio. #ThomasMann #AlemanhaHumboldt
Autenticidade não é apenas um detalhe na série “Druck” — é a base de sua narrativa. Com um elenco formado majoritariamente por atores amadores, a produção alemã se destaca ao trazer para a tela jovens que compartilham vivências e identidades com seus personagens. A história de David, um garoto transgênero interpretado por um ator trans, exemplifica a potência dessa escolha: falas e gestos nascem da experiência real, tornando a série mais próxima e honesta. Essa é a dica da semana do Kino Club, o seu clube de cinema alemão: toda sexta-feira, uma nova sugestão de filme ou série para ampliar seu repertório. 🔗 “Druck: meio irreverente, meio imperfeita” Link na bio. #Cinema #LGBTQ #AlemanhaHumboldt #KinoClubHumboldt #SeriesAlemas
Filhos, netos e sobrinhos de repressores da ditadura argentina romperam o silêncio familiar para assumir publicamente o horror do que seus parentes fizeram. O grupo Histórias Desobedientes nasceu em 2017 e hoje reúne mais de 150 integrantes em diversos países, do Chile ao Paraguai, todos unidos pela recusa à negação e pela defesa da memória, da verdade e da justiça. Quando a herança é marcada pela violência, o que significa escolher a desobediência? 🔗 A superação da ditadura na América do Sul https://www.goethe.de/prj/hum/pt/gle/24509926.html #DireitosHumanos #EquidadeHumboldt #Equidade
Mesmo sem ter pisado na América Latina, Thomas Mann deixou marcas profundas em escritores do continente. Carlos Fuentes, Julieta Campos, Blas Matamoro e Juan García Ponce encontraram em sua obra não apenas um modelo de excelência literária, mas um interlocutor para pensar as tensões entre arte e moral, tradição europeia e contextos locais. De encontros fugazes a homenagens literárias, a presença de Mann se reflete em temas como decadência, memória, poder e culpa — transpostos, por exemplo, à história mexicana em “A morte de Artemio Cruz”, de Fuentes, que dialoga com “A montanha mágica” e “A morte em Veneza” em seu uso do tempo fragmentado e de personagens ambíguos. Ler Mann a partir do Sul é reconhecer a herança e, ao mesmo tempo, questioná-la. É transformar o legado europeu em ferramenta crítica para narrar crises, mudanças e identidades. Que ecos permanecem quando olhamos para a literatura como ponte — e também como fronteira? 🔗 “O eco de Thomas Mann na América Latina” Link na bio. #ThomasMann #AlemanhaHumboldt
Autenticidade não é apenas um detalhe na série “Druck” — é a base de sua narrativa. Com um elenco formado majoritariamente por atores amadores, a produção alemã se destaca ao trazer para a tela jovens que compartilham vivências e identidades com seus personagens. A história de David, um garoto transgênero interpretado por um ator trans, exemplifica a potência dessa escolha: falas e gestos nascem da experiência real, tornando a série mais próxima e honesta. Essa é a dica da semana do Kino Club, o seu clube de cinema alemão: toda sexta-feira, uma nova sugestão de filme ou série para ampliar seu repertório. 🔗 “Druck: meio irreverente, meio imperfeita” Link na bio. #Cinema #LGBTQ #AlemanhaHumboldt #KinoClubHumboldt #SeriesAlemas
Mesmo sem ter pisado na América Latina, Thomas Mann deixou marcas profundas em escritores do continente. Carlos Fuentes, Julieta Campos, Blas Matamoro e Juan García Ponce encontraram em sua obra não apenas um modelo de excelência literária, mas um interlocutor para pensar as tensões entre arte e moral, tradição europeia e contextos locais. De encontros fugazes a homenagens literárias, a presença de Mann se reflete em temas como decadência, memória, poder e culpa — transpostos, por exemplo, à história mexicana em “A morte de Artemio Cruz”, de Fuentes, que dialoga com “A montanha mágica” e “A morte em Veneza” em seu uso do tempo fragmentado e de personagens ambíguos. Ler Mann a partir do Sul é reconhecer a herança e, ao mesmo tempo, questioná-la. É transformar o legado europeu em ferramenta crítica para narrar crises, mudanças e identidades. Que ecos permanecem quando olhamos para a literatura como ponte — e também como fronteira? 🔗 “O eco de Thomas Mann na América Latina” https://www.goethe.de/prj/geg/pt/thm/tmn/26735744.html #ThomasMann #AlemanhaHumboldt
Autenticidade não é apenas um detalhe na série “Druck” — é a base de sua narrativa. Com um elenco formado majoritariamente por atores amadores, a produção alemã se destaca ao trazer para a tela jovens que compartilham vivências e identidades com seus personagens. A história de David, um garoto transgênero interpretado por um ator trans, exemplifica a potência dessa escolha: falas e gestos nascem da experiência real, tornando a série mais próxima e honesta. Essa é a dica da semana do Kino Club, o seu clube de cinema alemão: toda sexta-feira, uma nova sugestão de filme ou série para ampliar seu repertório. 🔗 “Druck: meio irreverente, meio imperfeita” https://www.goethe.de/prj/hum/pt/deu/sfx/24460006.html #Cinema #LGBTQ #AlemanhaHumboldt #KinoClubHumboldt #SeriesAlemas
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